Escolhas perigosas

A escatológica “ira de Deus” que sobre toda a Terra cairá, fatalmente! Esta ira é descrita como “o grande dia do SENHOR. Este dia está sendo reservado pacientemente por Deus até o fim dos tempos. O apóstolo Paulo torna muito claro que a “ira de Deus” será direcionada contra aqueles que mantêm a verdade em injustiça (Rm 1.18): “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.” Além do mais, isto virá, diz o Espírito de Deus (Ap 3.10): “sobre todo o mundo, para tentar os que habitam sobre a Terra.” Como a “igreja de Deus… corpo de Cristo” não mantém a verdade em injustiça, não poderá estar na Terra durante o tempo da “ira de Deus”.

Aqui e alhures existem falas malsoantes, condicionadas e predispostas a distorcer as Escrituras Proféticas e fazer soprar trombetas que excedem, em muito, o mero equívoco passageiro. Corações fechados à boa intenção do Espírito de Cristo Jesus escondem escolhas perigosas. Conscientemente expressam heresias institucionalizadas – mistura condenável do profano com o santo. Isto acontece, no mais das vezes, por não atentarem para a exigente regra do contexto das Escrituras e por continuarem nos antigos caminhos de apóstatas, incrédulos e mestres pseudocarismáticos. E o pior: os donos de religião entregam seus ouvidos a espíritos de engano. Não é novidade. O resultado é o insulto à boa fé dos crentes em Cristo Jesus, bem como afronta à fidelidade, grandeza, inerrância, inspiração e sublimidade das Escrituras Sagradas (ênfase nossa):

“A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. (…) Porque existem muitos insubordinados, palradores frívolos e enganadores, especialmente os da circuncisão. É preciso fazê-los calar, porque andam pervertendo casas inteiras, ensinando o que não devem, por torpe ganância.”

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